Hoje farei apologia ao pecado.
Não ao pecado dos perversos de toda ordem.
Mas ao pecado dos casais espúrios e nascidos de uma bulinagem inesperada e [inconsequente,
Dos lascivos e sensuais sem limites, de Adão e Eva provando do fruto proibido, de [Dioníso em suas festas licenciosas e Zeus em sua infidelidade peculiar.
O pecado das mais ousadas libertinagens, das mulheres que driblam maridos e se dão a [amantes eventuais ou costumeiros.
O pecado das mais desregradas esbórnias e das mais luxuriosas orgias.
Quero exaltar os devassos de todas as estirpes e os irreverentes de toda natureza, os [amantes desconhecidos que se dão imediatamente após um breve olhar.
Serei prosélito dos sensuais incorrigíveis,
Dos que se amam pelos becos, pelas ruas escuras e os jardins das casas, das [praças, [ [das igrejas, deixando em seu rastro um cheiro inconfundível de [lubricidade.
Não farei louvações a santos ou a anjos bíblicos, muito menos aos profetas defensores [da virtude e devoção religiosa:
Quero apenas preconizar o pecado... o pecado... acima de todas as coisas o pecado: nada, nada além do delicioso pecado.
Poemas, vídeos, fotos, comentários, humor, crônicas, contos, músicas, uma variedade de produções. Compilação dos escritos e outros trabalhos produzidos ao longo do tempo. Acesse meu canal no Youtube: https://youtube.com/@demostenesbaraodamata880?si=cFo4AlOIx-MrxOJC Demóstenes "Barão da Mata"
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sábado, 23 de agosto de 2014
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
terça-feira, 17 de junho de 2014
FRANCISCO DE ASSIS, ALBERT SCHWEITZER E O RESPEITO À VIDA
Toda forma de vida é respeitável e sagrada. Não sagrada na acepção mística da palavra. Mas sagrada pela sua suma importância. Imaginar-se nos estertores da morte é um meio de se tentar aprender a respeitar a vida e o bem-estar alheio. Albert Schweitzer (1875-1965) http://www.cobra.pages.nom.br/fc-schweitzer.html http://www.saocamilo-sp.br/pdf/bioethikos/103/8.pdf já dizia que, "quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seus semelhantes". Francisco de Assis http://pensador.uol.com.br/autor/sao_francisco_de_assis/biografia/, ainda no século XII, nutria um verdadeiro zelo e reverência ao direito de viver das criaturas; por isso vejo-o como talvez o mais bondoso homem que o mundo já viu.
Há seres que são repulsivos e até extremamente nocivos e que precisamos até eliminar em defesa da própria saúde e integridade física, mas que não são culpados por serem o que são, pelo fato de natureza não lhes haver dado alternativa senão vir ao mundo como vieram, com as características e modo de ação que têm. Não foi Deus que os criou como perniciosos, mas as próprias condições naturais que fazem que nasçam como são e assumam no meio ambiente um papel destrutivo, sem que possuam a mínima consciência do mal que fazem, já que não têm condições de obter princípios morais ou o menor senso dos estragos que provocam.
O mais espantoso é o fato de o homem, provido de razão e de noções do que são boas e más práticas, ser o único ser que mata ou inflige sofrimento a todos os outros seres, inclusive seres humanos, quer por maldade, leviandade ou ganância.
Há seres que são repulsivos e até extremamente nocivos e que precisamos até eliminar em defesa da própria saúde e integridade física, mas que não são culpados por serem o que são, pelo fato de natureza não lhes haver dado alternativa senão vir ao mundo como vieram, com as características e modo de ação que têm. Não foi Deus que os criou como perniciosos, mas as próprias condições naturais que fazem que nasçam como são e assumam no meio ambiente um papel destrutivo, sem que possuam a mínima consciência do mal que fazem, já que não têm condições de obter princípios morais ou o menor senso dos estragos que provocam.
O mais espantoso é o fato de o homem, provido de razão e de noções do que são boas e más práticas, ser o único ser que mata ou inflige sofrimento a todos os outros seres, inclusive seres humanos, quer por maldade, leviandade ou ganância.
sábado, 14 de junho de 2014
ELEIÇÕES, SIM, FESTA CÍVICA, NEM DE LONGE!
Tenho pena de nós, brasileiros. Temos Dilma encabeçando as pesquisas, prova irrefutável de que brasileiro gosta mesmo é de continuísmo, clientelismo, assistencialismo demagógico (política de pão), Copa do Mundo e Olimpíadas no território nacional (política de circo) – Roma implementou isto na era pré-cristã com muito sucesso. Não tenho de parabenizar nossos “queridos” gestores e políticos petistas por uma esperteza milenar. Não entendo como a atual presidente, apesar de todos os escândalos e casos de corrupção acontecidos em seu partido e ao redor do seu governo, ainda tem a eleição quase garantida. Imagine mais quatro anos (ao menos) de governo Lula com uma mandatária títere sob sua égide.
Talvez isto se dê porque Aécio Neves e o PSDB que este traz a reboque com os seus aliados do DEM não merecem a confiança da sociedade, porque foram peças-chave no processo de privatizações que praticamente privou o Brasil do patrimônio nacional – haja vista o caso da Vale do Rio Doce, que foi uma perda que representou a grande derrota que o país, tão preocupado com copas do mundo, realmente sofreu.
Por seu turno, Eduardo Campos é uma grande incógnita, porque, antes aliado de Lula e do PT, agora lança candidatura própria. A presença de Marina Silva na composição da chapa não chega exatamente a entusiasmar. Estou longe de ver nela um messias, um salvador, coisa do gênero. Ainda que fosse, o governo seria de Campos, e nunca vi nenhum vice gerindo coisíssima alguma senão na morte ou impedimento do presidente.
No caso de Campos, temos ainda o agravante de este apresentar uma afinação tão perfeita no relacionamento pessoal com Aécio, que chego a ter a impressão de que Marina está sobrando na história. A isto soma-se o fato de que o candidato mineiro já declarou textualmente que não consegue ver o outro como adversário, declaração só rebatida pela candidata a vice e depois endossada (talvez a contragosto) pelo político pernambucano. Estarão juntos se houver segundo turno e, se Aécio vencer, que linha programática prevalecerá? A do PSB ou do PSDB? É possível mesclar os programas? Francamente, não acredito. Principalmente se considerarmos que o DEM irá participar da suposta aliança.
Em conclusão, o eleitorado tem para caminhar duas péssimas vias e uma terceira que representa o absolutamente incognoscível. Não há que se falar em festa cívica no ano de 2014, e, se analisarmos detidamente a questão, há pelo menos vinte e cinco anos eleições, no Brasil, não vêm merecendo esta denominação.
VIVÊNCIAS
Com mais de cinquenta de idade,
Vivi poemas tão belos,
Trilhei caminhos confusos,
Vivi tempestades intensas,
Senti emoções tão malditas.
Em minhas andanças na vida,
Senti tantos gostos dos dias:
Provei das dores mais fundas,
Lambi de alegrias festivas,
Morri, renasci tantas vezes.
Nos mais de cinquenta no mundo,
Fitei longamente as pessoas:
Me fiz tão pobre de crenças.
Enchi-me de amor pelos bichos,
Me aflige o destino das matas.
Com tantos anos vividos,
Roído da ausência dos mortos,
Procuro por tantas respostas,
Ainda me vejo ignaro
Qual era nos tempos de infância.
2013
Vivi poemas tão belos,
Trilhei caminhos confusos,
Vivi tempestades intensas,
Senti emoções tão malditas.
Em minhas andanças na vida,
Senti tantos gostos dos dias:
Provei das dores mais fundas,
Lambi de alegrias festivas,
Morri, renasci tantas vezes.
Nos mais de cinquenta no mundo,
Fitei longamente as pessoas:
Me fiz tão pobre de crenças.
Enchi-me de amor pelos bichos,
Me aflige o destino das matas.
Com tantos anos vividos,
Roído da ausência dos mortos,
Procuro por tantas respostas,
Ainda me vejo ignaro
Qual era nos tempos de infância.
2013
DIA DOS NAMORADOS
Dia dos Namorados: hoje então
Beijarei com a sanha dos sedentos
Amarei num fervor de ser selvagem,
Gozarei num sentir assim lunático
De o verbo não ter como revelar.
Me darei como nada mais houvera,
Co'a ternura dos entes sacrossantos,
Co'a doçura dos ventos mais suaves
E a leveza dos mais belos madrigais.
Me farei quixotesco, devotado
Como herói que se agarra a causa nobre,
Vou ser fogo, poesia, céu, pureza,
Vou viver neste dia só de amor.
A VERDADE POR DETRÁS DA FLEXIBILIZAÇÃO DA CLT
Gosto muito da maneira como o William Waack conduz os seus debates e já falei sobre isto anteriormente, mas algum tempo atrás o jornalista, finalizando uma dessas reuniões de especialistas, comentou que a legislação trabalhista brasileira é "anacrônica" e isto é um motivo de o Brasil não receber a quantidade de investimentos estrangeiros que ele acharia desejável.
Não posso retirar o elogio que fiz, da mesma forma como não tenho sequer o diretito de ficar decepcionado com o jornalista, até porque o âncora trabalha na área de jornalismo da Globo News e da Rede Globo e não poderia ter um discurso diferente.
O que mais me indigna é que há pelo menos sete anos os políticos, a mídia e os empresário daqui e do estrangeiro defendem o que chamam de "flexibilização" (e eu de estupro) da CLT, com supressão de férias remuneradas, décimo terceiro salário e outras conquistas obtidas na era Vargas, que, de inspiração fascista ou não, foram de uma importância vital para as classes assalariadas. O liberalismo econômico é de uma monstruosidade, uma bestialidade inqualificável. Não vou chamá-lo de neo porque de novo não tem absolutamtnte nada: é o velho e perverso capitalismo que gerou a crise econômica de 1929 e que professa que as leis de mercado têm de ser o fator determinante nas relações de trabalho e na maneira de as cociedades se conduzirem, justamente porque vem atender aos interesses das elites, do poder econômico, que é dono do próprio Estado, que existe, aqui e no mundo inteiro, primordialmente para satisfazer os caprichos e a demente ganância das classes dominantes.
A legislação trabalhista que William Waac e aqueles que este representa defendem é a mesma aplicada na China para os trabahadores coreanos, que trabalham dezesseis, dezoito horas diárias na indústria e ganham um salário tão diminuto que chega a ser aberrante, pois não supre nenhuma das necessidades de tais operários. É a manifestação do quase arrependimento das altas camadas sociais pela abolição da escravatura, pois estas só libertaram seus escravos em decorrência da necessidade de estes receberem salários para consumir os artigos industriais produzidos pelas grandes corporações, além de os senhores terem enxergado que sairia mais barato pagar um parco salário a um homem livre do que comprar e gastar com a manutenção de uma "peça" (como se referiam aos negros) humana de labor.
A mão-de-obra barata torna os preços das produções das fábricas irresistíveis, e o aspecto humano neste contexto não tem a menor importância. Assim, o trabalho precisa ter custos ainda mais insignificantes, para facilitar a vida dos magnatas em mercados extremamente competitivos e estar em harmonia com o dogma mais ferrenho do capitalismo, que é o lucro mais alto possível e acima de qualquer coisa deste mundo.
Cabe à nossa classe laborativa uma constante vigília sobre esta questão e exercer pressões sobre os políticos, para que proposta de tão grande hediondez, há muito aguardando votação no Congresso Nacional, jamais seja aprovada ou posta em prática no território brasileiro.
PARA ELES, ECOLOGIA É FRESCURA DE DESOCUPADO
Uma e quarenta e cinco da manhã e do apartamento onde moro, num prédio encravado no meio de um mundo de cimento, ferro e asfalto, ouço o canto agoniado de uma maritaca. É frequente eu ver e ouvir bandos dessas aves voando e soltando seus gritos desesperados por aqui. Sinto-me profundamente entristecido e odiento pelo fato de um animal silvestre tentar sobreviver num ambiente tão inóspito, por conta da invasão do seu habitat pelos humanos, graças à anuência irresponsável, perversa e sórdida dos gestores públicos, para os quais nada é relevante senão os votos que capitalizam em virtude de permitirem a favelização das serras e morros, as vantagens que auferem em consentirem a construção de condomínios e bairros em áreas inadequadas como matas, florestas, bosques. Fosse o Brasil um país sério, e essa escória estaria respondendo por crimes ambientais em longa permanência nas cadeias.
Ouço e vejo micos, gambás e gaviões nos lugares mais impróprios, em meio a postes, fios de rede elétrica, muros de casas, telhados de apartamentos, árvores de zonas urbanas, à mercê das crueldades dos boçais perversos que não os respeitam e se lixam para o fato de que os bichinhos só estão tentando a sobrevivência nas áreas que lhes ficaram após terem visto suas casas roubadas, arrebatadas por invasores e especuladores imobiliários . Não tenho dúvida de que isto ocorre também em países estrangeiros, mas não podemos administrá-los, e o fato de o seu vizinho ser impunemente pedófilo não lhe dá o direito de copiá-lo. Não me conformo com tanta crueldade e tanto descaso com o meio ambiente.
As enchentes e secas, os calores insuportáveis que vêm ocorrendo sobretudo aqui no Rio são os frutos que colhemos por conta da maldade e calhordice desses elementos.
O Brasil é uma vergonha em matéria de política ambiental, um país que não não tem o menor respeito por seus habitantes, a natureza e a questão ecológica. Não dá aos seus cidadãos nenhum motivo de orgulho. Também pudera. O que se poderia esperar de um país onde o viaduto da Perimetral é derrubado, roubando dos cariocas doze pistas de acesso ao Centro da Cidade? Que expectativa podemos ter de uma nação que engana os carentes com bolsa-família ao invés de tentar minimizar de um modo sério e efetivo a questão da miséria?
Terra de muitas falácias e abundante e impune corrupção, como poderia se preocupar com assuntos como preservação da natureza? Nada aqui é importante além da locupletação dos políticos: ecologia, assim, é só uma preocupação e excentricidade de quem não tem nada para fazer. Pobres animais vitimados pela safadeza nacional.
Ouço e vejo micos, gambás e gaviões nos lugares mais impróprios, em meio a postes, fios de rede elétrica, muros de casas, telhados de apartamentos, árvores de zonas urbanas, à mercê das crueldades dos boçais perversos que não os respeitam e se lixam para o fato de que os bichinhos só estão tentando a sobrevivência nas áreas que lhes ficaram após terem visto suas casas roubadas, arrebatadas por invasores e especuladores imobiliários . Não tenho dúvida de que isto ocorre também em países estrangeiros, mas não podemos administrá-los, e o fato de o seu vizinho ser impunemente pedófilo não lhe dá o direito de copiá-lo. Não me conformo com tanta crueldade e tanto descaso com o meio ambiente.
As enchentes e secas, os calores insuportáveis que vêm ocorrendo sobretudo aqui no Rio são os frutos que colhemos por conta da maldade e calhordice desses elementos.
O Brasil é uma vergonha em matéria de política ambiental, um país que não não tem o menor respeito por seus habitantes, a natureza e a questão ecológica. Não dá aos seus cidadãos nenhum motivo de orgulho. Também pudera. O que se poderia esperar de um país onde o viaduto da Perimetral é derrubado, roubando dos cariocas doze pistas de acesso ao Centro da Cidade? Que expectativa podemos ter de uma nação que engana os carentes com bolsa-família ao invés de tentar minimizar de um modo sério e efetivo a questão da miséria?
Terra de muitas falácias e abundante e impune corrupção, como poderia se preocupar com assuntos como preservação da natureza? Nada aqui é importante além da locupletação dos políticos: ecologia, assim, é só uma preocupação e excentricidade de quem não tem nada para fazer. Pobres animais vitimados pela safadeza nacional.
sábado, 7 de junho de 2014
BRASIL, O PARAÍSO DOS CHAMPINHAS! ETA, IMPUNIDADE DANADA DE BOA!
Lembro-me vagamente do caso de um juiz de são Paulo que condenou um meliante sob a justificativa de que o bandido cometera um assassinato pelo prazer do exercício da maldade. Admirável o magistrado pela franqueza de sua sentença, num Brasil onde membros de ONGs de direitos humanos e um bando de políticos e cidadãos hipócritas e demagogos querem atribuir às perversidades desequilíbrios emocionais decorrentes de maus tratos na infância, adolescência, encarnação passada, etc... Vide o caso do Champinha, que com dois comparsas matou um rapaz, mutilou uma moça e a martirizou e estuprou por dias seguidos, até um dia resolver matá-la, tornando-se hoje uma espécie de vítima, agora a um passo da liberdade ou já desfrutando-a, após ter passado anos protegido por uma dessas organizações.
O que mais me estarrece, porém, não é só o caso Champinha, mas os inumeráveis champinhas mantidos dentro da legalidade que circulam por aí, felizes da vida, aqui no Brasil e no estrangeiro. Claro que nada podemos quanto aos perversos dos E.U.A., Inglaterra, Rússia, França e outros países, mas em relação aos que vivem aqui nas terras tupiniquins, bem que poderíamos tomar um monte de providências e isolá-los em cadeias de segurança máxima dentro da mais que merecida perpetuidade. Não há prisão perpétua no Brasil?! que se mude a constituição, ora! Esses caras vivem estuprando-a para atender aos seus interesses pessoasis! Há violentos do trânsito, que são meliantes por excelência e têm nas leves costas uma enfiada de atropelamentos e abalroamentos com mortes e outras tragédias, e andam soltinhos da vida por aí, por conta de corrupção policial ou de ausência de polícia e testemunha, além da legislação caridosa para atrocidades de trânsito. Digo leves costas porque essa gente não sente remorso e tem ainda muita tragédia a produzir. E continua por aí, oferecendo perigo à sociedade.
Há os estupradores que jamais foram flagrados ou presos, ou ainda foram pegados em alguma de suas práticas criminosas habituais e contaram com a condescendência bondosa de alguma autoridade ímproba. Mas estão soltos, tomando cerveja nos finais de semanas e levando uma vidinha tranquila de uma alma no paraíso – alma no paraíso é viva? Não podemos esquecer os assassinos, que fazem suas estripulias na calada da noite ou diante de testemunhas coagidas e atemorizadas. Como a calada da noite não tem policiamento aqui nesta república de meu Deus, crime de morte geralmente sai na urina, fica por isso mesmo e ponto final. E o criminoso, como sempre, continua levando a vida que pediu a Deus.
Em conclusão, o mundo está repleto, mas repleto mesmo de seres humanos bestiais, que exercem a crueldade por puro prazer, fazendo vítimas inocentes, como mulheres, idosos, crianças, animais, mais fracos, e, repito, no exterior não podemos tomar qualquer providência para minimizar o problema, ao contrário de dentro do país, onde teríamos condições de fazer muita coisa, de enfiar essa gente em merecidíssimas jaulas, mas a benevolência da legislação e das autoridades são um convite irrecusável ao crime, um incentivo sem precedentes à maldade. Porque nas terras da República-do-Cada-Um-Faz-O-Que-Quer não há policiamento, quando há policiamento, em muitos casos ocorre corrupção policial, as leis oferecem um leque de alternativas para tirar um demônio da cadeia, ninguém pode mofar na prisão, enquanto crianças indefesas, cidadãos de bem, mulheres e velhinhos ficam à mercê de bandidos de altíssima periculosidade com breve ou nenhuma passagem pela polícia. No caso dos velhinhos, especificamente, para alegria dos ilustres tecnocratas gestores da previdência social.
Os jornais, rádios e tevês todos os dias dão conta de lotes e lotes de crimes bárbaros de todos os tipos praticados aqui no território nacional, e nada é apurado a contento, nada é descoberto, tudo fica por isso mesmo. Investigar pra quê? Por que um aparelhamento adequado pra investigações? Olha os gastos públicos! Se a vítima for animal, então, qualquer verificação dos fatos é coisa de " babaca".
Os crimes no campo então, como a morte da Irmã Dorothy, dos fiscais do trabalho em Minas, as barbaridades ligadas à questão da terra e do tráfico de madeira, mostram que somos definitivamente uma verdadeira tragicomédia.
Assim é o Brasil, em todas as suas regiões territórios, sejam estes estados sob a jurisdição de quem quer que seja. Não temos a cultura de punir criminoso e investigar ou punir crimes. Deixa, ora! A gente é assim e fim, não é? Deixa os perversos se divertirem: cada uma tem seus gostos: eles têm os deles, que são práticas sádicas: o que tem de mais?
Não há motivo pra se falar em prevenção: segurança é um investimento infundado, sem nenhuma razão de ser. Fiscalizar o quê pra quê? Deixe tudo nas mãos de Deus! Seja brasileiro e pronto! Somos pentacampeões do mundo, afina! Pra que segurança?Coisa mais besta!
Barão da Mata
quarta-feira, 30 de abril de 2014
A DESCRENÇA E ALGUNS FENÔMENOS SEM EXPLICAÇÃO
Em primeiro lugar, peço que não abandonem a leitura e atentem para as minhas ponderações. Em segundo, que não me apedrejem, assim como os povos do Oriente Médio apedrejavam (e alguns ainda apedrejam) as mulheres adúlteras. Não faço um exercício de irreverência ou sarcasmo, mas de reflexão.
A própria vastidão do cosmo descarta a possibilidade da existência de Deus, porque nenhum ser ou entidade poderia ter o poder de saber e manejar tudo em tão imensurável amplidão. A inexistência de Deus, entretanto, não jogaria por terra qualquer possibilidade de haver vida após esta vida - do mesmo modo como a existência de uma coisa não traria necessariamente a reboque a de outra, porque um fator é independente do outro. O Universo é o caos, com explosões, choques de meteoros, buracos negros, etc, e nenhum deus ou espírito poderia ter controle sobre tamanha balbúrdia natural.
A história de Jesus é cercada de controvérsias. Em Mc, 3-20/21, vemos que, quando o nazareno começou suas pregações, Maria, ao tomar conhecimento de tal atividade, teria dito:”Ele está fora de si.” Estranha afirmativa para quem teria sido fecundada pelo Espírito Santo para dar à luz seu filho e disso estaria ciente. Por outro lado, há alguma versão de que o messias não teria sequer existido.
Não se encham de revolta e indignação. Não é minha intenção blasfemar nem provocar ninguém, mas unicamente reproduzir questões narradas por outrem e nos levar a refletir.
Tudo o que eu disse seriam indícios de que nada existe, se não aduzisse o que vem a seguir.
Precisamos analisar , contudo, uma série de fenômenos sem explicação de que tive relato ao longo de minha vida, dentre os quais apresento aqui alguns.
Começo pelas narrativas domésticas, mas não me limitarei a elas. Minha filha mais nova, quando ainda adolescente, contou-me que certa vez conheceu duas outras meninas que a levaram à casa onde moravam, entre conversas e conversas mostraram-lhe um álbum de fotografias onde minha menina identificou um senhor que dissera ter visto ao portão da residência. Foi admoestada pelas recentes amigas, que disseram-lhe para não brincar com certas coisas, porque o homem era pai daquelas e se matara mais de um ano antes.
Noutra ocasião, minha mesma filha, já adulta, ouviu de madrugada ruídos no andar do prédio onde morava, olhou pelo olho-mágico e avistou um ex-colega de escola. Não abriu a porta e não fez nenhum alarde porque imaginara que o rapaz estivesse envolvido com alguma vizinha. Calou-se por discrição. No dia seguinte, entrou no Orkut (naquele tempo ainda não havia Facebook) para dizer algum gracejo ao menino e, acessando a página deste, viu uma mensagem da sua mãe, de quase um ano, dando conta de sua morte.
Conheci uma moça que me contou que sofrera uma intervenção cirúrgica na qual esteve entre a vida e a morte. Disse ter-se visto deitada na cama de hospital, rodeada de médicos que lhe pediam que reagisse e cujas cabeças não conseguia ver, pois eram focos de luz.
Uma vez uma psicóloga americana, numa reportagem muito antiga, afirmou que nada têm de metafísico os fenômenos em que a pessoa se vê de fora do corpo, por ter ( a psicóloga) enxergado a si própria num período em que passava por alto estresse (que seria o motivo) em virtude de estar estudando ostensivamente no período de faculdade. Esqueceu-se a estudiosa de tentar explicar como se avistara do alto, sem espelho e com que olhos, se os seus estavam no próprio corpo que via. Enquanto negava a incidência da Metafísica no que ocorrera, acabou por admitir a consciência fora da matéria.
Vi uma engenheira dar entrevista mais de uma vez a programas de tevê acerca do assunto de que trato. Relata que sofreu um acidente de automóvel junto com um amigo. Viu-se do alto, em companhia dele, com quem, confusa, comentava o que estava acontecendo. Num dado momento, disse-lhe que voltaria, enquanto o homem afirmava que não retornaria. Quando a narradora voltou ao corpo, sentiu todas as dores do acidente e viu que o amigo morrera.
Vivi com uma mulher que tinha o que, segundo o ponto de vista dos espíritas, seriam dons mediúnicos. Era formada em Psicologia, e um dia tive um sonho meio estranho sobre o qual ia perguntar-lhe. Desisti no entanto, por achar irrelevante. Vindo do banheiro, porém, ela me indagou: “Qual foi o sonho que você teve e o que ia me perguntar? “ Noutra feita, a mesma pessoa me perguntou se, na infância, não havia um coleguinha com quem eu brincava mais do que com os outros e se depois da adolescência tivera eu alguma notícia da pessoa. Respondi que não. Fui alertado para o fato de que poderia ter ele morrido. Não liguei nem acreditei. Uns dois anos depois encontrei um conhecido comum, perguntei-lhe sobre o amigo de infância e obtive a confirmação de que fora assassinado por traficantes, por ser irmão de um policial (também morto por bandidos).
Vi uma vez uma parapsicóloga, num programa de tevê, afirmar categoricamente que não há visão de espíritos, mas tão somente de reflexos ou resquícios das pessoas que viveram em certos lugares e são captados por pessoas com uma sensibilidade maior, e que os tais resquícios seriam assim como as imagens das tevês antigas, que sumiam segundos após serem desligados os aparelhos. Ou seja, a tevê está desligada e sem funcionar, como morta, e a imagem está ali por alguns segundos, mas não significa nenhum sinal de vida ou atividade pós-desligamento do aparelho. Perguntada, entretanto, sobre sua religião, a parapsicóloga se disse católica. Assim não há o menor cabimento: não crer numa continuação da consciência e acreditar em milagres feitos com um estalar de dedos, em santo disso e santo daquilo, que não há espírito mas alma à espera de um julgamento de Deus para destinar-se ao Céu ou ao Inferno, tudo isto é viver um verdadeiro conto de fadas. Do meu ponto vista a especialista perdeu ali toda a autoridade para versar sobre a matéria, pois renegou a pesquisa e professou o simplismo.
Várias pessoas me contaram que tiveram predições. A História registra que o presidente Abraham Lincoln, dias antes de morrer, sonhara que havia um velório na Casa Branca e, perguntando a um funcionário “quem estava morto na Casa Branca”, recebera como resposta: “o presidente”.
Um episódio filmado e amplamente divulgado foi o momento em que Júlio Rasec, tecladista de “Os Mamonas Assassinas” fala de ter tido “um sonho esquisito, em que o avião caía”.
Haja o que houver, se algo houver realmente, nenhuma religião, filosofia, seita, tem condições de explicar. Não passa pelo Candomblé, pela Umbanda, Catolicismo, Protestantismo, Kardecismo, Budismo, etc... Muito menos pela Bíblia, porque o Livro nasce do embuste do rei Josias, como narrado por Will Durant em “História das Civilizações”.
As divergências entre a ciência e a religião são a mais visível e gritante manifestação da burrice humana, porque fincam pé na intransigência e nos radicalismos e não conjugam esforços para uma pesquisa profunda sobre o assunto. Porque ambas, ciência e religião, são sectárias e dogmáticas, e dogmas, doutrinas, sectarismos, tolhem, limitam, encolhem o pensamento humano.
Oportunamente, voltarei à questão aqui apresentada.
Barão da Mata
A própria vastidão do cosmo descarta a possibilidade da existência de Deus, porque nenhum ser ou entidade poderia ter o poder de saber e manejar tudo em tão imensurável amplidão. A inexistência de Deus, entretanto, não jogaria por terra qualquer possibilidade de haver vida após esta vida - do mesmo modo como a existência de uma coisa não traria necessariamente a reboque a de outra, porque um fator é independente do outro. O Universo é o caos, com explosões, choques de meteoros, buracos negros, etc, e nenhum deus ou espírito poderia ter controle sobre tamanha balbúrdia natural.
A história de Jesus é cercada de controvérsias. Em Mc, 3-20/21, vemos que, quando o nazareno começou suas pregações, Maria, ao tomar conhecimento de tal atividade, teria dito:”Ele está fora de si.” Estranha afirmativa para quem teria sido fecundada pelo Espírito Santo para dar à luz seu filho e disso estaria ciente. Por outro lado, há alguma versão de que o messias não teria sequer existido.
Não se encham de revolta e indignação. Não é minha intenção blasfemar nem provocar ninguém, mas unicamente reproduzir questões narradas por outrem e nos levar a refletir.
Tudo o que eu disse seriam indícios de que nada existe, se não aduzisse o que vem a seguir.
Precisamos analisar , contudo, uma série de fenômenos sem explicação de que tive relato ao longo de minha vida, dentre os quais apresento aqui alguns.
Começo pelas narrativas domésticas, mas não me limitarei a elas. Minha filha mais nova, quando ainda adolescente, contou-me que certa vez conheceu duas outras meninas que a levaram à casa onde moravam, entre conversas e conversas mostraram-lhe um álbum de fotografias onde minha menina identificou um senhor que dissera ter visto ao portão da residência. Foi admoestada pelas recentes amigas, que disseram-lhe para não brincar com certas coisas, porque o homem era pai daquelas e se matara mais de um ano antes.
Noutra ocasião, minha mesma filha, já adulta, ouviu de madrugada ruídos no andar do prédio onde morava, olhou pelo olho-mágico e avistou um ex-colega de escola. Não abriu a porta e não fez nenhum alarde porque imaginara que o rapaz estivesse envolvido com alguma vizinha. Calou-se por discrição. No dia seguinte, entrou no Orkut (naquele tempo ainda não havia Facebook) para dizer algum gracejo ao menino e, acessando a página deste, viu uma mensagem da sua mãe, de quase um ano, dando conta de sua morte.
Conheci uma moça que me contou que sofrera uma intervenção cirúrgica na qual esteve entre a vida e a morte. Disse ter-se visto deitada na cama de hospital, rodeada de médicos que lhe pediam que reagisse e cujas cabeças não conseguia ver, pois eram focos de luz.
Uma vez uma psicóloga americana, numa reportagem muito antiga, afirmou que nada têm de metafísico os fenômenos em que a pessoa se vê de fora do corpo, por ter ( a psicóloga) enxergado a si própria num período em que passava por alto estresse (que seria o motivo) em virtude de estar estudando ostensivamente no período de faculdade. Esqueceu-se a estudiosa de tentar explicar como se avistara do alto, sem espelho e com que olhos, se os seus estavam no próprio corpo que via. Enquanto negava a incidência da Metafísica no que ocorrera, acabou por admitir a consciência fora da matéria.
Vi uma engenheira dar entrevista mais de uma vez a programas de tevê acerca do assunto de que trato. Relata que sofreu um acidente de automóvel junto com um amigo. Viu-se do alto, em companhia dele, com quem, confusa, comentava o que estava acontecendo. Num dado momento, disse-lhe que voltaria, enquanto o homem afirmava que não retornaria. Quando a narradora voltou ao corpo, sentiu todas as dores do acidente e viu que o amigo morrera.
Vivi com uma mulher que tinha o que, segundo o ponto de vista dos espíritas, seriam dons mediúnicos. Era formada em Psicologia, e um dia tive um sonho meio estranho sobre o qual ia perguntar-lhe. Desisti no entanto, por achar irrelevante. Vindo do banheiro, porém, ela me indagou: “Qual foi o sonho que você teve e o que ia me perguntar? “ Noutra feita, a mesma pessoa me perguntou se, na infância, não havia um coleguinha com quem eu brincava mais do que com os outros e se depois da adolescência tivera eu alguma notícia da pessoa. Respondi que não. Fui alertado para o fato de que poderia ter ele morrido. Não liguei nem acreditei. Uns dois anos depois encontrei um conhecido comum, perguntei-lhe sobre o amigo de infância e obtive a confirmação de que fora assassinado por traficantes, por ser irmão de um policial (também morto por bandidos).
Vi uma vez uma parapsicóloga, num programa de tevê, afirmar categoricamente que não há visão de espíritos, mas tão somente de reflexos ou resquícios das pessoas que viveram em certos lugares e são captados por pessoas com uma sensibilidade maior, e que os tais resquícios seriam assim como as imagens das tevês antigas, que sumiam segundos após serem desligados os aparelhos. Ou seja, a tevê está desligada e sem funcionar, como morta, e a imagem está ali por alguns segundos, mas não significa nenhum sinal de vida ou atividade pós-desligamento do aparelho. Perguntada, entretanto, sobre sua religião, a parapsicóloga se disse católica. Assim não há o menor cabimento: não crer numa continuação da consciência e acreditar em milagres feitos com um estalar de dedos, em santo disso e santo daquilo, que não há espírito mas alma à espera de um julgamento de Deus para destinar-se ao Céu ou ao Inferno, tudo isto é viver um verdadeiro conto de fadas. Do meu ponto vista a especialista perdeu ali toda a autoridade para versar sobre a matéria, pois renegou a pesquisa e professou o simplismo.
Várias pessoas me contaram que tiveram predições. A História registra que o presidente Abraham Lincoln, dias antes de morrer, sonhara que havia um velório na Casa Branca e, perguntando a um funcionário “quem estava morto na Casa Branca”, recebera como resposta: “o presidente”.
Um episódio filmado e amplamente divulgado foi o momento em que Júlio Rasec, tecladista de “Os Mamonas Assassinas” fala de ter tido “um sonho esquisito, em que o avião caía”.
Haja o que houver, se algo houver realmente, nenhuma religião, filosofia, seita, tem condições de explicar. Não passa pelo Candomblé, pela Umbanda, Catolicismo, Protestantismo, Kardecismo, Budismo, etc... Muito menos pela Bíblia, porque o Livro nasce do embuste do rei Josias, como narrado por Will Durant em “História das Civilizações”.
As divergências entre a ciência e a religião são a mais visível e gritante manifestação da burrice humana, porque fincam pé na intransigência e nos radicalismos e não conjugam esforços para uma pesquisa profunda sobre o assunto. Porque ambas, ciência e religião, são sectárias e dogmáticas, e dogmas, doutrinas, sectarismos, tolhem, limitam, encolhem o pensamento humano.
Oportunamente, voltarei à questão aqui apresentada.
Barão da Mata
segunda-feira, 21 de abril de 2014
CLAUSURA
Hoje vou-me dar à mudez da noite mais quieta,
À solidão dos recantos mais desertos, distantes,
À melancolia das mais frias madrugadas.
Hoje me esconderei profundamente em meu umbigo,
Me alhearei completamente ao mundo à volta,
Como se nada jamais houvera além de mim e do desejo
De estar quieto, ouvindo as notas inauditas
Da inexistente canção trazida
Do fundo da noite tão calada.
JK, LACERDA, JANGO E A TEORIA DA NÃO-CONSPIRAÇÃO DO JÔ SOARES
Primeiro, para corroborar minha teoria sobre as mortes de Juscelino Kubitscheck, João Goulart e Carlos Lacerda, seria bom que entrassem nos links:
http://www.jb.com.br/pais/noticias/2014/03/06/comissao-de-sp-pede-que-dilma-reconheca-assassinato-de-jk/
http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2013-12-29/comissao-nacional-da-verdade-investiga-nova-versao-sobre-morte-de-jango
http://www.istoe.com.br/reportagens/37854_MATARAM+LACERDA+
http://massote.pro.br/2009/03/a-morte-de-jango-juscelino-e-lacerda-fernando-massote/
http://www.tracaonline.com.br/resenha.php?id=151
Em geral,
quando clico nos links que posto, não acontece nada: o Google está nos
tolhendo de uma forma ostensiva e sistemática. Mas vou torcer para que
você tenha tido sorte. Do contrário, é só copiar e colar, e você entrará
nos sites recomendados.
Como é sabido
por uma sem-número de brasileiros, Juscelino, Jango e Lacerda, uniram-se
após terem sido exilados e formaram a Frente Ampla com o fito de se
opor ao regime militar, tendo os três morrido entre 1976 e 1977;
Juscelino de um desastre automobilístico, Jango de problemas cardíacos e
Lacerda também por morte natural. A morte de JK está cercada de
questionamentos que defendem ter resultado de um atentado. Jango e
Lacerda, segundo fontes afins, teriam sido vítimas de envenenamento.
Não acompanhei
atentamente o noticiário na época, era ainda alienado nos meus dezoito e
dezenove anos, mas, logo que me politizei, li sobre os fatos e achei
tudo muitíssimo estranho, sobretudo pelo fato de os três líderes haverem
morrido no espaço de tempo de um ano. Fiquei boquiaberto porém quando o
Jô Soares, no final de 2013, entrevistou Rodrigo Lacerda, neto do
político do mesmo sobrenome, e ambos negaram que o regime tivesse
competência para promover as três mortes, por ser por demais trapalhão e
inábil; que as ideias de conspiração eram pura fantasia.
Preciso acabar
com esta minha resistência a fazer terapia, procurar atendimento
psiquiátrico e dar mais importância aos tratamentos psicoterápicos.
Porque descobri que sou completamente louco. Tanto que, na minha
esquizofrenia, lembro-me de ter lido que Golbery do Couto e Silva, o
mais poderoso e importante articulador do regime, era chamado "o bruxo"
justamente por sua brilhante habilidade política e sua astúcia
maquiavélica aliada a uma cultura singular. Tenho lembranças alucinadas
de ter lido que o general Newton Cerqueira e seus homens conseguiram
achar o Carlos Lamarca no sertão da Bahia, numa região que nem o diabo
encontraria. Um delírio me deu conta de que os militares empreenderam
um verdadeiro massacre no Araguaia, que todos os grupos guerrilheiros
foram aniquilados em atuações impecáveis das forças armadas. Faffe,
técnico em telefonia, segundo uma leitura ilusória que fiz, fazia
escutas telefônicas para a ditadura e um dia foi eliminado com uma
injeção letal. Todos os movimentos armados foram desmontados e
aniquilados pelos "incompetentes". Eram tão burros, que presos
políticos recebiam em suas celas jornais que noticiavam que haviam
fugido, depois morriam e seus corpos sumiam. Indubitavelmente os milicos
eram muito trapalhões e incompetentes, mas eu não gostaria nada de
tê-los em minha cola. Se eram assim tão bisonhos, deviam ter muita
sorte, não é? Como aquele jogador que vai cruzar, e a bola pega um vento
e acaba dentro do gol.
A única
trapalhada que teriam cometido, se os defensores da tese da tentativa
de assassinato aos artistas e público estiverem certos, foi a do
Riocentro. Não posso provar nada, mas há vários indícios de que ali
houve uma barbeiragem tremenda. Agora, se prevalecer a conclusão do
IPM da época, o sargento e o capitão foram vítimas de um atentado.
Nesta hipótese então o regime nunca terá feito uma lambuzada, e isto
ajudaria a jogar por terra o que pensam o entrevistador e humoristia e o
neto de Lacerda. Humorista... humorista... Ah! O jô devia estar
brincando!
Barão da Mata
quarta-feira, 9 de abril de 2014
sábado, 15 de março de 2014
PT = PSDB = DEM
Tenho uma desmedida e veemente aversão ao PT e à sua base aliada. Mas não é menor a minha rejeição ao PSDB e Dem, que brincam de fazer oposição e em nada são diferentes do partido do governo e seus aliados. Acho tão gritantes as afinidades entre governo e opositores, que quero sugerir aos pessedebistas e democratas: senhores, deixem a vergonha de lado e integrem também o grupo de sustentação governista.
Tive formação política socialista. Hoje não tenho mais qualquer ideologia política, mas não sou avesso ao socialismo: só não acredito na possibilidade de ele ser praticado, porque o poder econômico e os políticos, em sua maioria venais, conseguiram manter o equitativo sistema como uma eterna utopia.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
NÃO APOIAMOS VÂNDALOS DE ALUGUEL E ASSASSINOS
NÓS, DE "OS PENSADORES DE BIROSCA", SEMPRE APOIAMOS OS MANIFESTANTES VERDAEIROS, MAS JAMAIS ESCREVERÍAMOS UMA VÍRGULA EM PROL DE VÂNDALOS ( DE ALUGUEL OU NÃO) OU ASSASSINOS.
BARÃO DA MATA
LEÔNIDAS FALCÃO
MI GUERRA
JULIANA BRAGA
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