Abri meus olhos na escuridão,
Mas poucos outros olhos porém se abriram,
E entre estes alguns eram trão embotados,
Que não ousei arriscar palavra de desagrado.
As trevas nunca se foram, mas tão-somente
Mudaram a própria natureza e feição.;
Trevoso sítio de gentes equivocadas
A sentirem uma inexistente felicidade.
Não, não quero a guerra, o sangue , a morte,
Não quero os donos do mundo com os seus chicotes
Em nossas costas, a nos tanger.
Assim, não sei do que nos valeria
Todos nós abrirmos os nossos solhos
E iluminarmos a escuridão.
2011
Poemas, vídeos, fotos, comentários, humor, crônicas, contos, músicas, uma variedade de produções. Compilação dos escritos e outros trabalhos produzidos ao longo do tempo. Acesse meu canal no Youtube: https://youtube.com/@demostenesbaraodamata880?si=cFo4AlOIx-MrxOJC Demóstenes "Barão da Mata"
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