Dança Mara
A mais viva dentre as danças,
Sua, brilha
Sua pele apessegada,
Seu rostinho,
Suas pernas torneadas.
Já mostrou que a vida é dança
E reluz como os luares,
Tanto quanto espelhos d'água
Da cidade onde ela mora.
Entra n'água,
Baila assim como sereia,
Vem à tona
E sorri seu riso franco,
Ergue o corpo
E caminha entre as areias,
Eu lhe vejo os olhos claros
Tão pejados de poema,
Seus cabelos encharcados
Sobre os ombros cor de bronze.
Pula, roda, volta à dança,
Porque pulsa como a vida,
Pois clareia a praia inteira
E é assim como o verão.
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